Pelo meu Avô
Há dias, num funeral que assisti, foi pedido ao padre pela neta do falecido, se era possivel ler um poema, em jeito de homenagem ao seu avô, no momento de acção de graças. A resposta obtida da parte do padre foi: Não é litúrgico.
Eu questiono-me de que maneira é ou não litúrgico uma homenagem a uma pessoa que nos é querida e que queremos homenagear e lembrar nos últimos momentos em que vemos essa pessoa. Que ofensa será isso para liturgia? E será também litúrgico cantar cânticos em Latim onde ninguém percebe nada mas onde é suposto toda a assembleia participar? Não sou contra as tradições litúrgicas ou as regras de liturgia na eucaristia, mas acho que se deve adaptar estas regras aos dias e realidades de hoje sob pena de estarmos a dar grandes passaos atrás, num tempo onde cada falha da Igreja é usada como desculpa para o afastamento das pessoas.
Eu questiono-me de que maneira é ou não litúrgico uma homenagem a uma pessoa que nos é querida e que queremos homenagear e lembrar nos últimos momentos em que vemos essa pessoa. Que ofensa será isso para liturgia? E será também litúrgico cantar cânticos em Latim onde ninguém percebe nada mas onde é suposto toda a assembleia participar? Não sou contra as tradições litúrgicas ou as regras de liturgia na eucaristia, mas acho que se deve adaptar estas regras aos dias e realidades de hoje sob pena de estarmos a dar grandes passaos atrás, num tempo onde cada falha da Igreja é usada como desculpa para o afastamento das pessoas.
